Posts Tagueados ‘ignorância’
Vamos fazer o óbvio: tirar os traficantes DA CADEIA
Por vezes, alguns políticos parecem especializados em humor, e não em política. Pior quando eles são ruins nas duas coisas.
Vejamos este aqui: O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) apresentou nesta quarta-feira várias sugestões de ajustes na Lei Antidrogas ( lei 11.343/06). Entre elas, a mudança em dispositivo do artigo 33 da lei para garantir a redução de pena para pequenos traficantes que tem bons antecedentes. Íntegra AQUI.
Sim, é isso mesmo: o deputado (do PT, claro!!!!!) quer REDUZIR as penas dos traficantes “pequenos”. Como escreveu o Reinaldo Azevedo (AQUI): Faz todo sentido! É lógica pura! Como é que o Brasil vai combater os grandes traficantes? Ora, soltando os pequenos!
Para entrar em contato com este deputado desmiolado, os cidadãos que cumprem as leis e desejam ver bandidos NA CADEIA podem usar os seguintes canais de comunicação:
http://www.pauloteixeira13.com.br/
http://twitter.com/pauloteixeira13
Gabinete Paulo Teixeira
Anexo 3, gab. 281 – Brasília-DF
Tel.: (61) 3215-5281 ou (61) 3215-3281
dep.pauloteixeira@camara.gov.br
Comunicação Brasília
(61) 3215-1281
Escritório São Paulo
Av. São João, 126 – São Paulo-SP
Tel.: (11) 3229-2222
Comunicação São Paulo
Cátia – (11) 3229-2222 ou (11) 9953-1333
catiaesteves@gmail.com
Mas o melhor a fazer, além de enviar cartas, e-mails ou sinais de fumaça, é dar a resposta nas urnas.
O problema é que (felizmente para os PTralhas) a maioria da população tem memória curta…… E corremos o risco de ver deputados desse tipo mamando nas tetas do Estado, enquanto fazem piadas de mal gosto ao invés de cumprir bem seus devidos trabalhos.
Paternidade
Essa vem direto do blog do Gilberto Dimenstein (não gosto dele, confesso, mas o texto é interessante, por razões óbvias):
Quem criou o Bolsa Família, maior cabo eleitoral do PT em geral e de Lula em particular?
De olho nas eleições, o PSDB lançou uma cartilha assumindo a paternidade dos programas de transferência de renda –bolsa escola, por exemplo– que deram origem ao Bolsa Família. Meia verdade. Ou, se preferirem, meia mentira.
Foi, de fato, na gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso que se ampliaram os programas de renda mínima –uma ideia empunhada solitariamente, por muito tempo, pelo senador Eduardo Suplicy. Naquela época, aliás, o PT chamava bolsa-escola de bolsa-esmola.
Mas a verdade é que os programas de renda mínima tem dois autores. O então governador de Brasília, Cristovam Buarque, e o falecido prefeito de Campinas, Roberto Magalhães Teixeira.
Foi o Cristovam Buarque, porém, que atrelou com mais força a bolsa à permanência da criança na escola –sei disso porque eu apresentei o prefeito de Campinas ao então governador de Brasília. Esse modelo foi replicado à saúde, com o vale-alimentação.
De Brasília, a ideia teve a adesão do UNICEF e UNESCO, entusiasmando todo o país. Coube, então, ao então ministro da Educação, Paulo Renato Souza, dar-lhe escala nacional. Isso graças ao Programa de Combate da Pobreza, criado por Antonio Carlos Magalhães, ex-governador da Bahia.
Pouca gente sabe que, durante a tramitação do Fundo de Combate à Pobreza no Congresso- base para ampliação do bolsa-escola –o PT foi contra.
A verdade, porém, é que foi Lula quem unificou todas aquelas bolsas, ampliando expressivamente seu alcance.
Interessante, não ?!
FORA BATTISTI
Primeiro, sugiro ao leitor que refresque a memória.
Aquele monte de blogs que defendem cegamente a corja de PTralhas posicionaram-se, há tempos, ao lado do terrorista Cesare Battisti. Basta ver algumas das afirmações feitas AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI. Isso para citar apenas alguns poucos (aqueles que, de tão boçais, chegam a ser engraçados!).
Pois bem…. Depois, recomendo a leitura de um arquivo BEM mais denso, AQUI. Trata-se do voto do Ministro Cesar Peluzo, relator do processo envolvendo o terrorista italiano no STF.
O voto do ministro é delicioso de ser lido.
Depois de ter assistido à sessão do STF em que os ministros votaram, QUASE cheguei a ficar com pena do boçal Ministro Tarso Genro – que, convenhamos, tem estatura (inclusive e principalmente intelectual) para ser cabide de provador de loja da 25 de Março, mas jamais Ministro de Estado.
Será que ele tem pelo menos um pouco de bom senso para ficar envergonhado da bobagem que fez ?!
Claro que não – eu sei -, senão já teria saído do PT e do Ministério.
Não, não….corrigindo – apenas do Ministério. No PT, ele está no lugar certo, aquele reduto de intelectuais de merda e sindicalistas de bosta.
Mulla é mulla; paca é paca.
A Convenção Internacional para a Eliminação de todas as Normas de Discriminação Racial da ONU, ratificada pelo Brasil, diz que:
“Discriminação Racial significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e/ou exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública” [Art. 1].
Primeiro, recomendo a leitura a LEI Nº 7.716, DE 5 DE JANEIRO DE 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor: AQUI.
Depois, basta ler as recentes declarações da MULLA: AQUI.
Mulla é mulla, né ?!
E quem vota em mulla, é o quê ???????
Proibido estudar
A notícia é da Folha de São Paulo de ontem:
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que proíbe alunos de fazer, ao mesmo tempo, dois cursos de graduação em faculdades públicas diferentes ou de fazer dois cursos na mesma instituição. A redação final do projeto foi aprovada ontem. Ele segue para o Senado e, se aprovado, para sanção do presidente da República. A restrição não vale para alunos que já estão matriculados em dois cursos.
A ideia por trás do projeto é que há poucas vagas no ensino público superior e seria injusto que um mesmo aluno ocupasse duas vagas. “Tem gente que, além de ter o privilégio de estar na universidade pública, toma conta de duas vagas”, diz o autor da proposta, deputado Maurício Rands (PT-PE).
Segundo o texto, ao constatar que o aluno está matriculado em outra faculdade pública, a instituição deve dar cinco dias para que ele escolha em qual dos cursos quer ficar. Se não se manifestar, a matrícula mais antiga será cancelada. Se a duplicidade for detectada na mesma instituição e o aluno não se posicionar, é a mais recente que deve ser cancelada.
Claro que não me surpreende que uma proposta ridícula como esta venha de um deputado do PT.
Aliás, é a coisa mais natural do mundo.
Essa corja nunca foi favorável à meritocracia, preferindo sempre alocar os “cumpanheiros amigos” nas tetas do governo.
O IMBECIL que propôs esta IMBECILIDADE ainda tem a IMBECILIDADE de fazer uma declaração como “Tem gente que, além de ter o privilégio de estar na universidade pública, toma conta de duas vagas”.
Não, deputado IMBECIL: não se trata de privilégio, mas de MÉRITO.
A corja de boçais do PT sempre prefere o privilégio, mas tem ojeriza ao mérito.
Que crise ? (2)
Daqui a pouco os débeis mentais que seguem afirmando que a “crise” é uma invenção da “imprensa golpista”, no intuito de derrubar Rei Mulla, passarão a dizer que o IBGE também está conspirando, né ?!
A crise chegou com força ao mercado de trabalho, admitiu pela primeira vez, nesta sexta-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A alta de 1,4 p.p. (ponto percentual) na passagem de dezembro para janeiro foi a maior variação para o período desde o início da série histórica da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), em 2002. Para o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo, janeiro foi um mês “atípico e mais cruel” para o mercado de trabalho.
A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil avançou para 8,2% em janeiro, acima dos 6,8% verificados no mês anterior. A pesquisa avalia São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre.
“É um janeiro diferente, com muitas dispensas na construção, além do que geralmente é observado no comércio. Não há dúvidas que existe um cenário econômico que alterou o mercado de trabalho”, afirmou, referindo-se à crise.Dados não faltam para indicar que, desde o início da atual série, o mercado de trabalho não havia tido um janeiro tão ruim. A variação do contingente de desocupados — 20,6% entre dezembro e janeiro — foi a maior de toda a série, com destaque para São Paulo, onde o avanço no número de desocupados chegou a 32,6%.
Ao mesmo tempo, o nível de ocupação apresentou redução de 2,1%, a maior para um mês de janeiro dentro da série. O mercado formal também sentiu os impactos da crise, com queda recorde (-1,3%) no número de empregados com carteira assinada no setor privado, entre dezembro para janeiro.A construção civil teve redução de 75 mil vagas, o que significou queda de 4,7% no total dos empregados no setor, em relação a dezembro. Para um mês de janeiro, foi também a maior variação negativa na série da PME. São Paulo teve uma perda de 45 mil vagas, representando 7,1% a menos de pessoal empregado no setor.
No comércio, que tradicionalmente dispensa trabalhadores temporários nessa época, 2,5% dos trabalhadores foram dispensados, o que significou menos 105 mil pessoas empregadas no segmento. Em janeiro de 2007, a redução havia sido maior (-3,6%), entre dezembro e janeiro.
Puxa, até o IBGE tentando derrubar Rei Mulla ????
Nunca antes na história desse país
Agora, em meio à crise que, segundo Marilena Chauí e outros retardados do mesmo naipe, não existe, Rei Mulla terá que incluir em algum dos vários discursos: NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍS DEMITIU-SE TANTO, MESMO NÃO HAVENDO CRISE ALGUMA.
O mercado de trabalho formal brasileiro já perdeu 797,5 mil vagas desde novembro. O número é equivalente ao da população de São Bernardo (SP), com 781 mil habitantes. Em janeiro, pelo terceiro mês seguido, as demissões superaram as contratações com carteira assinada, e o saldo de vagas ficou negativo em 101.748 postos.
Foi o pior resultado para o mês de janeiro da série histórica do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), levantamento mensal de vagas formais do Ministério do Trabalho. A última vez em que houve saldo negativo de empregos formais em janeiro foi em 1999- ano da desvalorização do real.
No mês passado, a indústria de transformação mais uma vez liderou a queda do emprego com carteira assinada, sendo responsável por mais da metade dos postos eliminados no período. O desempenho fortemente negativo do setor de comércio também contribuiu para o encolhimento do mercado formal em janeiro, assim como o da agropecuária e do setor extrativo mineral.
Em dezembro, o emprego formal registrou a perda inédita de 654 mil postos de trabalho. Em todos os setores da economia e em todas as regiões, os dados foram negativos. Os quatro setores listados pelo ministro devido ao desempenho positivo no mês passado são: construção civil, serviços, administração pública e serviços de utilidade pública. Já os Estados com desempenho positivo foram: Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná, Roraima e Rondônia.
Pois é……
Mas convido os leitores a conhecerem um estudo, produzido pelo IPEA (disponível para download AQUI), tratando do emprego no Brasil nos últimos anos.
Sendo mais específico: vá direto à página 19, para visualizar o Gráfico 7. Ali, podemos ver alguns dos resultados deste desastre que tem sido a corja de PTralhas no governo.
Que crise ?
Essa notícia é dedicada especialmente àqueles débeis mentais que continuam dizendo que não há crise, que a economia vai de vento em popa e outras sandices do gênero:
O corte de vagas com carteira assinada foi menor em janeiro que dezembro, mas ainda indica forte contração de empregos formais no país.
Segundo números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), foram cortadas 101.748 vagas no mês passado, ante 654.946 postos de trabalho em dezembro. Em relação a dezembro, janeiro deste ano teve uma queda de 0,32% no estoque de emprego.
Trata-se do pior resultado para janeiro desde 1996. Desde 1999, o Caged não havia registrado perda de vagas em janeiro.
No mês de janeiro, a maior parte das demissões ficou concentrada na indústria da transformação, que fechou 55.130 postos. Outro setor afetado foi o de comércio, com 50.781 demissões. Na agricultura, houve uma redução de 12.101 empregos formais, e na construção civil, houve contratação de 11.324. Por Estado, São Paulo foi o que fechou mais vagas (38.676) no mês.
Os números do Caged consideram o saldo registrado no mercado formal, ou seja, o número de contratações menos o número de demissões.
Embraer
A Embraer informou nesta quinta-feira que, em consequência da crise financeira internacional, vai demitir mais de 4.000 funcionários e revisou para baixo as previsões de produção e investimentos para 2009.
Mais outra asneira da asna
O que diferencia Marilena Chauí de uma asna é apenas a asa.
Se, por outro lado, asnas não têm asas, então não falta nada.
Nadica de nada.
Não sei se a declaração é verídica ou se foi falsamente atribuída – mas, a julgar pelas declarações anteriores da asna, não me surpreenderia. Fato é que fui indicado a conhecer este blog AQUI, e leio a seguinte pérola:
“A crise é um produto da mídia”: é o que pensa a pensadora profissional Marilena Chauí
PENSA A PENSADORA PROFISSIONAL ???????????????
Esta foi ótima !
Marilena Chauí não é pensadora, muito menos profissional ! E, pior: não pensa !
Basta ver o histórico da asna, AQUI.
E comparar a (suposta) declaração com alguns fatos, AQUI.
Essa matilha de boçais continua afirmando taxativamente que não existe crise, que a economia está de vento em popa.
Engraçado. São dementes, mas ainda assim engraçados. Exceto os doentes, esquizofrênicos, que não passam do patético. Coitados.
Batom do PAC: ridículo
A Mulla falando besteira não é novidade alguma – muito pelo contrário.
Mas ultimamente, o imbecil tem se superado – como aponta Elio Gaspari:
O PROCESSADOR de Lula está sobrecarregado. Têm sido frequentes os seus momentos de impaciência e mau humor na rotina do palácio. Obrigado a trocar o triunfalismo do pré-sal e da “marolinha” pelas dificuldades da crise econômica, Nosso Guia está sem agenda.
Há um indicador seguro para medir o aquecimento da placa de Lula. Sem assunto, ele retoma o discurso do nós-contra-eles e vai-se embora pra Pasárgada, onde “a existência é uma aventura”.
Durante seu discurso para cerca de 4.000 prefeitos reunidos em Brasília, Nosso Guia ofendeu a inteligência alheia duas vezes. Na primeira fez uma piada à la Maria Antonieta: “Nós cortaremos o batom da dona Dilma, o meu corte de unhas, mas não cortaremos nenhuma obra do PAC”. Lula estava num evento onde estima-se que o governo gastou R$ 240 mil.
Uma manicure de Lula contou que cortava suas unhas duas vezes por mês. Estimando-se que deixe boas gorjetas, Nosso Guia queima R$ 1.000 anuais nesse conforto. Se dona Dilma usar um batom caro (Sisley), gastará, no exagero, outros R$ 1.000. Portanto, só para custear o convescote dos prefeitos, Lula e Dilma precisariam cortar 120 anos de bem-estar.
A vinheta foi apenas uma tirada boba, mas o segundo atentado foi malévolo e enfático. Dirigindo-se ao prefeito Gilberto Kassab, de São Paulo, disse o seguinte: “Você vai cair da cadeira. Você não sabe e eu não sabia, mas no Estado de São Paulo nós ainda temos 10% de analfabetos no Brasil”.
A taxa de analfabetismo em São Paulo está em 4,6%, metade do índice nacional. Lula viajou na planilha. São Paulo abriga 10% dos analfabetos do país, o que, pelo tamanho do Estado, não chega a ser motivo para cair da cadeira. (São Paulo tem 36% da frota nacional de veículos.)
Essa foi a quarta vez que o governo de Lula atropelou a boa norma para criticar a rede de ensino paulista. Ela não é uma esquadra inglesa, mas o governo insiste nos golpes baixos. Já divulgou indicadores misturando metodologias, embaralhou notas da Prova Brasil e apresentou listas de desempenho contaminadas por dados errados. Em duas ocasiões as lorotas coincidiram com as campanhas eleitorais.
Um companheiro dizendo tolices não é um grande problema. Um presidente capaz de fazer campanha dizendo não importa o quê, indica que 2010 será um ano feroz.Depois de ter canalizado algumas centenas de milhares de dólares num encarte da revista “Foreign Affairs”, enfeitando-o com publicidade da Petrobras, do BNDES e da Embratur, o comissariado de informações do governo prepara um novo incentivo ao mercado editorial americano. Planeja-se um festim bananeiro para acompanhar a visita de Nosso Guia a Nova York, em março.
Gastar dinheiro com publicidade em veículos sérios na busca de simpatia é uma variante do costume de jogá-lo pela janela.
O Planalto dispõe de R$ 15 milhões para promover a imagem do governo no exterior. Os arquivos do palácio informam: todas as iniciativas anteriores serviram para fazer a alegria de alguns bem-aventurados, e mais nada.
Um governo que tentou expulsar do país o correspondente do “New York Times” mostra que trocou a linha das bravatas gratuitas pela das besteiras remuneradas.
Mas não para aí – a coluna da Danuza Leão da Folha do último domingo garantiu-me boas gargalhadas:
CHEGAR de férias é sempre um choque; já no táxi, quando você vê no jornal fotos de Sarney e Michel Temer, teme pela sua sanidade mental. Mas será que é isso mesmo? De novo? Não, não pode ser. Enquanto na França a cada dia o presidente Sarkozy fala na TV sobre mudanças -um dia na educação, no outro na saúde, no seguinte nas aposentadorias-, aqui são só escândalos, e até um castelo -e que castelo!- apareceu.
Lula está com um humor de cão, e Dilma anda tão feliz que não para de rir, coisa de quem arranjou um namorado; no lugar de mãe do PAC, merece ser Miss PT (e deveria divulgar o nome do médico que a operou, tão bom foi o resultado).
Marolinha e mentirinha
Não é difícil localizar algum site e/ou blog produzido por PTralhas que afirme que a “crise” econômica no Brasil não passa de uma invenção da “mídia golpista”.
Essa cambada de imbecis deve ter começado a incluir o IBGE no rol da “mídia golpista”:
Nunca nem de forma tão rápida a indústria sofreu uma derrocada tão forte como no último trimestre de 2008. Em dezembro, o tombo foi de 12,4% na comparação livre de efeitos sazonais com novembro. Foi a maior queda desde o começo da série histórica do IBGE, em 1991.
Em novembro, o índice já havia recuado 7,2%. Em outubro, a queda ficara em 1,4%. Em apenas três meses, a indústria acumulou perda de 19,8%, variação negativa sem precedentes no histórico da pesquisa para período tão curto.
A atual crise bateu com mais força e mais rapidamente na indústria do que a do governo Collor, em 1992, a do México, em 1995, a do racionamento de energia, de 2001, e a da eleição de Lula, em 2002.
“Nunca se viu uma queda tão forte num espaço de tempo tão curto. Desse ponto de vista, o resultado de dezembro surpreende. Houve uma mudança abrupta de cenário”, disse Isabella Nunes, do IBGE.
Na comparação com dezembro de 2007, a retração foi mais intensa: 14,5%, também a maior desde 1991. Com isso, o último trimestre fechou com queda de 6,8% ante o terceiro trimestre e de 9,8% em relação a mesmo período de 2007.
Diante de dados tão negativos, a produção da indústria encerrou 2008 com expansão de 3,1%, taxa modesta se comparada com o crescimento de 6,4% acumulado de janeiro a setembro -antes do recrudescimento da crise. Em 2007, a expansão havia sido de 6%.
Com a queda desde outubro, a indústria voltou a produzir no mesmo patamar registrado em março de 2004. E acumulou recordes negativos de produção em diversos setores -só em 7% deles houve expansão, e 70% dos produtos registraram queda em dezembro.
Para Nunes, o movimento de retração “foi intenso e generalizado”, mas afetou mais os ramos ligados às exportações e dependentes do crédito. Entre eles, estão veículos, máquinas e equipamentos, metalurgia e indústria extrativa -com destaque para o minério de ferro.
Só para esclarecer: o IBGE é um órgão do Ministério do Planejamento. Ou seja: pertence ao próprio (des)governo PTralha.
E agora, será que esses imbecis que afirmam que a crise é invenção da mídia golpista vão inventar mais alguma estupidez para tentar justificar sua própria existência ?????
Cartilha da DENGUE
O Ministério da Saúde acaba de divulgar uma cartilha para tirar as dúvidas mais recentes que surgiram entre a população.
1) Todo Aedes Aegypti transmite a dengue?
- Não há motivo de pânico. Nem todo Aedes Aegypt está contaminado. Só os que picarem você.
2) Acabei de ser picado por um Aedes Aegypti. O que devo fazer?
- O local da picada está infectado. A solução é evitar que o sangue da região se espalhe pelo corpo. Pegue um O.B. ou um Tampax e insira rapidamente na ferida, de modo que o absorvente sugue o sangue contaminado. Se o O.B. ou o Tampax não couber na picada, pegue uma faca e alargue a ferida, até que haja espaço suficiente para a inserção do absorvente.
3) Quando tomo banho, fico com o umbigo cheio d´água. Meu umbigo é um foco para larvas da dengue?
- Sim. O melhor a fazer é não lavar o umbigo, pois o Aedes Aegypti gosta de água limpa. Deixe a água que se acumula no seu umbigo sempre suja.
4) Não importa o que eu faça, sempre há mosquitos em minha casa. O que posso fazer para dormir seguro?
- Nesse caso, pegue um pote raso e deposite um pouco de seu sangue no recipiente. Em vez de o Aedes Aegypti picar você para se alimentar, o mosquito irá direto ao pote, para poupar trabalho.
5) Se eu pegar um Aedes Aegypt morto e o prender com fita durex na parede da minha casa, outros mosquitos ficarão intimidados e abandonarão o local?
- Não. Os Aedes Aegypti não se intimidam diante de cadáveres de amigos mortos. Como o próprio nome diz, o mosquito vem do Egito, onde a população é muçulmana. O Aedes Aegypt encara a morte de seus companheiros como um sacrifício pela causa de sua espécie. Ver um cadáver de um colega exposto só vai aumentar seus brios e o ímpeto de seus ataques.
6) Uma aranha no meu quarto comeu um Aedes Aegypti. A aranha estácontaminada?
- Sim. Chame as autoridades urgentemente para exterminar a aranha. A tendência é que ela tente atacar você para transmitir a dengue. Não tente matá-la, pois a aranha com dengue fica mais agressiva e pode dominá-lo, prendendo você e toda sua família em sua teia.
7) O combate à dengue parece ineficaz. A culpa é do governo?
- Não. A culpa é sua, que escolheu o atual governo. Boa sorte no próximo voto, caso você sobreviva à epidemia de dengue…
Presentes de Natal
Selo comemorativo
Esta vai para descontrair (já que conseguirei tirar uma semana de férias):
Lula queria um selo com sua foto para marcar o aniversário de seu governo.
Duda Mendonça achou boa a idéia e executou o projeto.
Lula aprovou e mandou a ECT fazer 10 milhões de selos.
Quando o selo foi para as ruas, Lula ficou radiante!
Mas, em poucos dias, ficou furioso ao ouvir reclamações de que o selo não aderia aos envelopes.
Imediatamente, convocou os responsáveis pela confecção e emissão do selo com sua imagem, ordenando que investigassem rigorosamente o assunto.
Comissões pra lá, grupos,subgrupos e equipes aos montes pesquisaram as agências dos Correios de todo o país, ouviram usuários, balconistas etc…e, finalmente, desvendaram o que estava ocorrendo.
O relatório, com mais de mil páginas, entregue um mês depois, dizia, na sua conclusão:
“Não há nada de errado com a qualidade dos selos. O problema é que o povo está cuspindo do lado errado.”
Interessante como numa única piada conseguiu-se mesclar Duda Mendonça, Correios (“berço” da descoberta sobre o mensalão), a mania lullista de criar comissões e grupos de inúteis (conselhos e afins), além, é claro, do brilhantismo que já virou marca registrada de Rei Mulla.
Aliás, sobre o brilhantismo de Rei Mulla, a coluna de Clóvis Rossi na Folha de São Paulo do último sábado (10/11/2007, na íntegra aqui para assinantes) é simplesmente impecável:
Estamos em 21 de agosto de 2007, em São José dos Campos, mais exatamente na sede da Embraer. Ao lado de Lula, estão os comandantes da própria Embraer, como é óbvio, mas também os dirigentes de uma certa BRA, companhia de aviação que, então, pouco freqüentava o noticiário. Lula discursa para comemorar “a assinatura de um contrato entre a empresa BRA e a Embraer para a compra de 20 jatos Embraer 195, no valor de US$ 730 milhões”. O presidente ousa bancar a pitonisa para dizer o seguinte, palavra por palavra: “Eu tenho certeza de que, nos próximos anos, a BRA vai colher com o lucro e com o crescimento do número de clientes pela aposta certa que está fazendo de acreditar cada vez mais na aviação regional”. Não satisfeito, já no fim do discurso, Lula arrisca-se a mais uma previsão ufanista, bastante típica: “A BRA está dando uma demonstração de que não é apenas o coração que é brasileiro, ou a cabeça que é brasileira, ela é uma empresa que acredita no crescimento da oferta de passageiros para cumprir a demanda que eles vão oferecer”.
Será que não havia, no entorno presidencial, alguma alma caridosa para avisá-lo de que a BRA, já então, não era uma Brastemp?
Claro que o presidente sempre pode refugiar-se em uma de suas frases preferidas, já bastante folclorizada, a famosa “eu não sabia”. Até admito que o presidente não seja obrigado a saber de tudo, mas seus assessores deveriam estar suficientemente espertos para evitar que se vinculasse tão gostosamente a um iminente fracasso. Mas o pior, o mais atordoante, é não saber quantas outras “certezas” do presidente virarão falências pouco tempo depois.
Desnecessário comentar.
Congreço: descoberto o erro !
ZELITE
Rei Lulla, do alto de sua incomensurável “iguinorança” e incomPTência, continua criticando a “zelite”. Pode ser a “zelite” do Brasil, ou apenas a paulista:
Em comício no qual se comparou aos presidente Getúlio Vargas, João Goulart e Juscelino Kubitschek, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou ontem à noite uma “pequena parte da elite paulista” de odiar o restante do País, em especial o Nordeste. Citando a Petrobras, Lula voltou a afirmar que as privatizações são parte do projeto do PSDB. E, sem mencionar o senador Cristovam Buarque, encampou uma das propostas do candidato pedetista, seu adversário no primeiro turno. Lula prometeu criar um piso nacional para o salário dos professores do ensino fundamental. Ao atacar a “elite paulista”, Lula mencionou um discurso do vereador Agnaldo Timóteo, que defendeu o presidente. “Eu vi um dos discursos mais extraordinários que uma pessoa pode fazer em defesa do outro, que foi o que o nosso querido Agnaldo fez me defendendo na Câmara e deixando claro o ódio que uma pequena parte da elite paulista tem do restante do Brasil e, sobretudo, do nordeste brasileiro”, disse Lula, diante de um público estimado em dez mil pessoas, na Cinelândia, Centro do Rio (FONTE: Jornal Tribuna da Imprensa, de 18 de Outubro de 2006, disponível aqui).
Um Presidente da República que não se cansa de criticar a “elite” é ruim. Mas um Presidente da República que joga toda a culpa de sua incomPTência na elite, é desgraça demais.ELITE é um termo que indica os melhores. A “tropa de elite” é composta pelos melhores soldados. A “elite intelectual” é composta pelas pessoas mais brilhantes de uma sociedade. E por aí vai.
Como sempre, Rei Lulla e seus asseclas PTistas nivelam por baixo, imaginando que todos têm que ser, obrigatoriamente, tão tapados e inePTos como eles próprios. Cada povo tem o Presidente que merece………