PT: bandidagem e terrorismo

Já afirmei diversas vezes, aqui no blog inclusive, que o PT é o partido da bandidagem.

É o partido formado por bandidos (lembram do Babá ?!), apoiado por bandidos (nem preciso citar CUT, MST etc), e militado por bandidos.

Além dos panfletos terroristas (e recheados de mentiras) da campanha da MarTAXA (que citei aqui), preciso relembrar das mentiras sobre a privatização do Banco do Brasil, na última campanha presidencial ?

Bom, agora tem mais (grifos em negrito são meus):

O presidente do Diretório Municipal do PT, Alberes Lima, confirmou que os panfletos apreendidos na tarde desta sexta-feira (17) pela equipe de fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) foram encomendados pelo partido. No folheto, que foi distribuído no Largo do Machado, zona sul do Rio, aparecem as fotografias do prefeito Cesar Maia e do candidato Fernando Gabeira (PV) com o sinal de soma entre eles. No verso, consta a inscrição “diga não à continuidade do prefeito Cesar Maia. Pense nisso!”.

“O material foi feito por nós, faturado na fábrica. Ele tem o CNPJ do PT”, admitiu Alberes, que, no entanto, negou a presença de qualquer irregularidade. “Não há motivo para a apreensão, porque o panfleto não é apócrifo. Nós só dizemos que o Gabeira é apoiado pelo Cesar Maia e o povo tem o direito de saber disso”, tentou se justificar.

De acordo com o chefe de Fiscalização de Propaganda do TRE-RJ, Luiz Fernando Santa Brígida, o panfleto é irregular porque não traz a indicação do candidato que é beneficiado com a sua divulgação. Neste caso, no material deveriam constar os nomes de Eduardo Paes (PMDB), de seu vice e dos partidos que formam aliança com ele. Segundo Santa Brígida, a legislação eleitoral proíbe a produção de material que apenas ataque um determinado candidato, sem indicar os beneficiados por sua divulgação.

O presidente do PT contestou a interpretação: “O panfleto é do partido político e o PT apóia o Eduardo Paes, mas eu não sou obrigado a colocar tudo no mesmo panfleto. Não tem uma lei que me obrigue a isso, a menos que seja a lei da mordaça ou, então, trata-se de mais um factóide do Cesar Maia, que é especialista em criar factóides”, ironizou.

O juiz da Fiscalização Eleitoral do município, Fábio Uchoa, determinou a busca e apreensão dos panfletos, assinados por PT, PDT, PSB e PCdoB. Fiscais do TRE seguiram para a sede da Ediouro, gráfica que recebeu a encomenda do PT, em Bonsucesso, onde recolheram cerca de 12 mil exemplares da propaganda. Uchoa também intimou a coligação “Unidos pelo Rio”, de Eduardo Paes, a fim de esclarecer se recebeu os panfletos como doação do PT.

A notícia é do UOL eleições, na íntegra aqui.

Percebe-se que a PTralhada tem sempre o mesmo discurso babaca, né ?! A declaração do presidente do PT carioca já remete à tentativa de se colocar como vítima de uma “mordaça”…… QUE BABACA !!!!!!

A criatura abestalhada descumpriu a lei. Simples. Típico do PT.

Mas tem mais ainda: mantendo sua estreita ligação conveniente (e alegadamente “coincidente”) com o crime, o braço sindical do PT criou, ontem, um clima de guerra entre a polícia civil e a polícia militar em São Paulo.

Vamos juntar os pontos……..

Sempre que estamos em período eleitoral, os “braços” do PT criam algum tipo de factóide. Tivemos greve dos metroviários, ataques do PCC, e, agora, greve da polícia civil que descambou para confronto/guerra.

TUDO CAUSADO PELO PT, direta ou indiretamente.

Para quê ?

A finalidade é clara: permitir que dona MarTAXA dê declarações patéticas como esta AQUI.

Ela é uma hipócrita.

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Crimes do PT

O título do post permitira tratar de uma série de crimes cometidos pelos incomPTentes asseclas dessa agremiação larápia, mas vou me restringir a apenas um, tratado brilhantemente pelo jornalista Clóvis Rossi na Folha do último sábado (na íntegra aqui): Celso Daniel.

O governo Lula está encobrindo uma crime. Não, hidrófobos e debilóides, a acusação não é da “mídia golpista”, mas de uma figura absolutamente acima de qualquer suspeita, o jurista Hélio Bicudo, próximo do PT, vice-prefeito com Marta Suplicy. Diz Bicudo, a propósito da morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel: “O governo nunca viu com bons olhos uma investigação que levasse à descoberta da verdade, que eu não sei qual é”.
Só em repúblicas bananeiras não há interesse em desvendar crimes. E não se trata de uma vítima qualquer. Celso Daniel era, à época do crime, o coordenador do programa de governo do candidato Luiz Inácio Lula da Silva. Logo, se não tivesse sido morto, acabaria certamente em uma posição de destaque no governo, a exemplo do que ocorreu com seu sucessor na coordenação, Antonio Palocci.
Mais: Gilberto Carvalho, talvez o mais próximo assessor de Lula, foi também assessor muito próximo de Celso Daniel em Santo André. Não é possível que não fique periodicamente cobrando de seu chefe empenho das instituições em apurar o assassinato.
Bicudo diz mais: o governo federal pressionou, indiretamente, o irmão de Celso Daniel, Bruno, levando-o a asilar-se na França com a mulher, Marilena Nakano. Que diabo de democracia é essa, que diabo de governo é esse que tolera ou até força o exílio de quem está apenas cobrando que as autoridades façam o seu dever e investiguem direito um crime?

Esta pergunta do jornalista Clóvis Rossi ninguém do PT consegue responder.

Pessoalmente, o tal Hélio Bicudo sempre me pareceu um bandido: defensor “histórico” dos chamados “Direitos Humanos”, caracterizou-se pela ferrenha defesa de assaltantes, assassinos, seqüestradores, estupradores e criminosos em geral. Engraçado que os tais “Direitos Humanos” nunca agem ou manifestam-se quando pessoas são assassinadas, estupradas, seqüestradas…… Os defensores tapuias dos “Direitos Humanos” preferem defender os bandidos, atacando o resto (entenda-se por “resto” a sociedade civil, a polícia, os governos de todas as esferas etc). Para ler mais sobre o ex-vice-prefeito de São Paulo (durante o medonho desgoverno da Ministra do Turismo Sexual e ex-Prefesta de São Paulo, MarTAXA Suplício), recomendo algumas fontes interessantes: aqui, aqui e aqui.

Para ler a íntegra da carta que trata do exílio dos parentes do ex-prefeito Celso Daniel, acesse aqui.

Interessante reparar o seguinte: Lulla tentou expulsar o jornalista do New York Times que escreveu uma matéria verdadeira (é público e notório que o ilustre Presidente sempre foi chegado a uma bebida, qualquer que fosse – desde a pinga da época de metalúrgico até o Romanée Conti da época da Presidência) sobre ele, e foi dissuadido pelo então Ministro Thomaz Bastos.

Mas ele acabou conseguindo expulsar do Brasil cidadãos brasileiros que incorreram no erro (monstruoso) de ameaçar a revelação de detalhes escabrosos dos crimes do PT na região do ABCD paulista, ironicamente o “berço eleitoral” do PT.

MST – mais mentiras e mais crimes….

Notícia da Folha de 18/10/2007: Integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) interditaram ontem a Estrada de Ferro Carajás, da Companhia Vale do Rio Doce, no interior do Pará. Um trem da companhia foi apedrejado por manifestantes, segundo a mineradora. A invasão à ferrovia ocorreu em Parauapebas (836 km de Belém), no sudeste do Estado. Segundo a Polícia Militar, 200 manifestantes estavam no local. Para o MST, eram 4.000. A Vale, por meio de assessoria, disse que vai pedir à Justiça para que mobilize a polícia para a retirada dos manifestantes. O MST disse que a invasão é um protesto pela reestatização da companhia. Em setembro, o movimento apoiou um plebiscito informal sobre a privatização da mineradora, em 1997. A iniciativa contou com 3,7 milhões de votos -em 2002, 10,1 milhões de pessoas participaram da consulta sobre a entrada do Brasil na Alca, a área de livre comércio das Américas.
A coordenação estadual do MST disse ainda que a exploração mineral provoca danos ambientais e “impactos sociais” aos trabalhadores rurais. Segundo a Vale, a estrada é utilizada por 1.300 passageiros por dia e abastece o sudeste do Pará com combustíveis.
Integrantes do MST vinham ameaçando interditar a estrada de ferro nas últimas semanas. Atendendo a pedido da empresa, a Justiça Federal no Estado expediu liminar que proibiu manifestações na estrada de ferro e estabeleceu uma multa no valor de R$ 100 por pessoa em caso de descumprimento. A coordenação do MST no Pará disse que os manifestantes só vão sair do local se representantes da Vale, do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e do governo estadual se comprometerem a se reunir com eles para discutir as reivindicações. A Vale afirmou que a ação pode causar a interrupção de exportações e comprometer a imagem das empresas do país no exterior. Segundo a empresa, são transportadas pela ferrovia 250 mil toneladas de minério de ferro por dia. A Polícia Federal informou que ainda estuda como procederá em relação à invasão. Como a estrada é uma concessão do governo federal, cabe à PF interceder na situação. PMs do Pará monitoram a interdição.

O Brasil é um país engraçado mesmo…… Um cidadão reclama publicamente porque foi vítima de um assalto a mão armada, e passa a ser execrado publicamente; neste ínterim, uma organização criminosa, publicamente conhecida, viola claramente as leis (que, não significam muito, mesmo), e ainda se acha no direito de EXIGIR que governo e representantes de uma empresa privada (que gera milhares de empregos, e riquezas importantíssimas para o país) “se comprometam a se reunir com eles para discutir as reivindicações”.

As “reinvindicações” do cidadão assaltado não importam; o fato de ele ser uma pessoa, ao que se sabe, que cumpre as leis, o torna menos importante, tanto que merece ser criticado….. O MST, por outro lado, não pode ser criticado, nem tampouco pode-se criticar os assaltantes que subtraíram seu pertence. É claro que me refiro, novamente, ao caso do “apresentador” Luciano Huck.

Em breve, como sempre, surgirão pseudo-esquerdistas-de-merda para defender as “reivindicações” do MST, com o falso argumento de que ele “representa” trabalhadores oprimidos, vítimas do capitalismo, da injustiça do sistema imperialista americano – tal qual foi dito dos assaltantes que levaram o Rolex do “apresentador” Luciano Huck. Mentira.

Na coluna de ontem, o jornalista Clóvis Rossi, da Folha de São Paulo (íntegra aqui, para assinantes), contribui com esta discussão: Imagino que o rapper Ferréz voltará em breve às paginas desta Folha para repetir, sobre o caso da extorsão ao padre Júlio Lancelotti, o que escreveu sobre o Rolex de Luciano Huck. Ferréz terminava assim: “No final das contas, todos saíram ganhando, o assaltado ficou com o que tinha de mais valioso, que é sua vida, e o correria ficou com o relógio. Não vejo motivo pra reclamação, afinal, num mundo indefensável, até que o rolo foi justo pra ambas as partes”. O extorquido (padre Júlio) ficou com a sua vida, o “correria” ficou com o seu Mitsubishi Pajero, o mundo continua indefensável e, por extensão “o rolo foi justo para ambas as partes”, certo? (…) O único “erro”, digamos assim, dos chantagistas foi não terem escolhido Luciano Huck ou Ana Maria Braga ou Ivete Sangalo ou outro desses personagens que enriquecem obrigando o “povo” a ver seus programas ou seus shows. Pena que o “erro” derruba toda a sociologia. Padre Júlio não é rico nem da elite, mas nem por isso deixou de perder o seu Rolex. Sociologia calhorda à parte, vamos aos fatos como eles são, na frase magistral do belíssimo artigo de Alba Zaluar, publicado segunda-feira: “Defender o roubo como recurso de distribuição de renda revela um enorme desconhecimento das redes e tramas do submundo do crime, onde grassa o capitalismo mais selvagem de que se tem notícia”.

É isso aí: esta “linha de raciocínio” (se é que pode-se chamar assim, com o perdão pelo paradoxo) é burra demais, não se confirma. Não se trata de defender a desigualdade social que existe no Brasil – mas, concomitantemente, não se pode imaginar que o crime será capaz de diminui-la. Nem o crime do qual Luciano Huck foi vítima, nem os crimes que o MST pratica, REGULARMENTE.

Neste sentido, outro texto publicado na Folha, em 15/10, traz um panorama bastante amplo, e consciente: A IGUALDADE tem sido objeto de uma infindável discussão teórica. Há os que afirmam ser ela uma condição inalcançável, visto que seres humanos diferem em suas capacidades, talentos e disposição para o trabalho; há os que ressaltam a necessidade como o critério para a distribuição da riqueza produzida. Os primeiros, filósofos morais do liberalismo político, preocupam-se com as violações à liberdade que a busca incessante da igualdade vem a trazer. Os segundos, adeptos da economia marxista, acreditam que dar a cada um segundo a sua necessidade inclui o princípio de receber de cada um segundo a sua habilidade de contribuir economicamente. Nenhum pensador da igualdade defendeu a idéia de que seria possível obter o necessário por fraude, força, roubo, coerção ou dano a outras pessoas. Esse princípio moral está também em Marx, que exaltava o valor do trabalho -o pago e o não pago- e visualizava uma sociedade futura em que essa distribuição seria feita sem coerção de qualquer espécie. Aqui no Brasil, a discussão tomou rumos indefensáveis. Quem nega a um branco bem-sucedido, mesmo que vindo de meios sociais modestos, o direito de consumir (que inclui portar) os bens disponíveis socialmente, não está recusando para si mesmo, um negro oriundo de favelas e periferias, esse gozo. Rappers são conhecidos no mundo todo por seu sucesso e sua ilimitada sede de consumo. Coleções de tênis, roupas de marca, automóveis do ano, festas extravagantes são alguns itens listados nos seus currículos de consumidores. E, claro, não se imolam pelo sucesso que os destacou. Defender o roubo como recurso de distribuição de renda revela um enorme desconhecimento das redes e tramas do submundo do crime, onde grassa o capitalismo mais selvagem de que se tem notícia. Ou bem a pessoa que roubou vai portar esse objeto, que apenas muda de mãos e continua a simbolizar a desigualdade reinante, ou ela vai vendê-lo a um receptador que pagará muito pouco e fará um hiperlucro comercial, ambos sem produzir riqueza nenhuma. Para onde foi a distribuição de renda? Para alimentar a acumulação do receptador e a ilusão do ladrão que precisa voltar a roubar e, portanto, está sempre a se arriscar em benefício de outrem. Com tanto incentivo a ganhar dinheiro fácil, estimula-se exponencialmente a acumulação de riquezas em poucas mãos. Se as defesas morais contra a fraude e o roubo continuarem a ser destruídas tão hipocritamente, a produção de riquezas será reduzida e o estoque de riquezas do país encolhido a tal ponto que não teremos nem consumo nem muito menos a tão almejada igualdade.

O texto é de autoria de Alba Zaluar. Impecável.