Vamos fazer o óbvio: tirar os traficantes DA CADEIA

Por vezes, alguns políticos parecem especializados em humor, e não em política. Pior quando eles são ruins nas duas coisas.

Vejamos este aqui: O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) apresentou nesta quarta-feira várias sugestões de ajustes na Lei Antidrogas ( lei 11.343/06). Entre elas, a mudança em dispositivo do artigo 33 da lei para garantir a redução de pena para pequenos traficantes que tem bons antecedentes. Íntegra AQUI.

Sim, é isso mesmo: o deputado (do PT, claro!!!!!) quer REDUZIR as penas dos traficantes “pequenos”. Como escreveu o Reinaldo Azevedo (AQUI): Faz todo sentido! É lógica pura! Como é que o Brasil vai combater os grandes traficantes? Ora, soltando os pequenos!

Para entrar em contato com este deputado desmiolado, os cidadãos que cumprem as leis e desejam ver bandidos NA CADEIA podem usar os seguintes canais de comunicação:

http://www.pauloteixeira13.com.br/

http://twitter.com/pauloteixeira13

Gabinete Paulo Teixeira
Anexo 3, gab. 281 – Brasília-DF
Tel.: (61) 3215-5281 ou (61) 3215-3281
dep.pauloteixeira@camara.gov.br

Comunicação Brasília
(61) 3215-1281

Escritório São Paulo
Av. São João, 126 – São Paulo-SP
Tel.: (11) 3229-2222

Comunicação São Paulo
Cátia – (11) 3229-2222 ou (11) 9953-1333
catiaesteves@gmail.com

Mas o melhor a fazer, além de enviar cartas, e-mails ou sinais de fumaça, é dar a resposta nas urnas.

O problema é que (felizmente para os PTralhas) a maioria da população tem memória curta…… E corremos o risco de ver deputados desse tipo mamando nas tetas do Estado, enquanto fazem piadas de mal gosto ao invés de cumprir bem seus devidos trabalhos.

FORA BATTISTI

Primeiro, sugiro ao leitor que refresque a memória.

Aquele monte de blogs que defendem cegamente a corja de PTralhas posicionaram-se, há tempos, ao lado do terrorista Cesare Battisti. Basta ver algumas das afirmações feitas AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI. Isso para citar apenas alguns poucos (aqueles que, de tão boçais, chegam a ser engraçados!).

Pois bem…. Depois, recomendo a leitura de um arquivo BEM mais denso, AQUI. Trata-se do voto do Ministro Cesar Peluzo, relator do processo envolvendo o terrorista italiano no STF.

O voto do ministro é delicioso de ser lido.

Depois de ter assistido à sessão do STF em que os ministros votaram, QUASE cheguei a ficar com pena do boçal Ministro Tarso Genro – que, convenhamos, tem estatura (inclusive e principalmente intelectual) para ser cabide de provador de loja da 25 de Março, mas jamais Ministro de Estado.

Será que ele tem pelo menos um pouco de bom senso para ficar envergonhado da bobagem que fez ?!

Claro que não – eu sei -, senão já teria saído do PT e do Ministério.

Não, não….corrigindo – apenas do Ministério. No PT, ele está no lugar certo, aquele reduto de intelectuais de merda e sindicalistas de bosta.

O capitalismo sustenta o socialismo

Primeiro, a notícia:

Erenice Guerra é fiel a Dilma e filiada ao PT

31/03/2008
Fonte : O GLOBO

Assessora é considerada o braço-direito da ministra na Casa Civil e participa dos conselhos da Petrobras e da Chesf

Principal auxiliar da ministra Dilma Rousseff, a secretária executiva da Casa Civil, Erenice Alves Guerra, é uma antiga militante do PT, partido ao qual está filiada desde 1981. Advogada, trabalhou no governo Cristovam Buarque no Distrito Federal e na assessoria da bancada do PT na Câmara, e se juntou à equipe de Dilma em 2002, no governo de transição, no qual atuou na área de infra-estrutura.

Seguiu a ministra desde o primeiro mandado de Lula: foi consultora jurídica do Ministério de Minas e Energia e agora está na Casa Civil. Erenice, uma brasiliense de 49 anos completados em 15 de fevereiro, foi nomeada secretária executiva em 27 de junho de 2005, em plena crise do mensalão. Desde então, é responsável pela administração da Casa Civil e substitui oficialmente a ministra, inclusive em eventos com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No PT do Distrito Federal, Erenice é considerada uma militante discreta, que não entra em disputas políticas, não participa da cúpula nem de qualquer das tantas tendências do partido. No Palácio do Planalto, porém, é conhecida pelo gosto às vezes extravagante: costuma usar chapéus e boinas até em eventos com Lula.

Também é reconhecida por seu poder. Conseguiu nomear seu irmão Antônio Eudacy Alves Carvalho para um cargo na Infraero. Ele foi lotado em Brasília e, depois, transferido para Salvador, mas foi demitido em 15 de agosto de 2007 pelo atual presidente da empresa, Sérgio Gaudenzi, após reportagem do GLOBO sobre o cabide de empregos em que a Infraero se transformara.

Além da Secretaria Executiva da Casa Civil, com salário de cerca de R$ 10 mil, Erenice participa do Conselho Fiscal da Petrobras e do conselho da Chesf. Os extras por essas participações em conselhos podem render quase um outro salário, dependendo do número de reuniões.

Em dezembro de 2006, ela foi condecorada com a Medalha do Mérito Mauá, concedida pelo Ministério dos Transportes para pessoas com relevantes serviços prestados ao setor. Ex-funcionária da Eletronorte, onde trabalhou de 1981 a 1994, Erenice se aproximou da cúpula petista no governo Cristovam Buarque, de 1995 a 1999. Ela trabalhou na Secretaria de Segurança e na Consultoria Jurídica do DF com Roberto Aguiar. Em 2001, entrou na assessoria técnica da liderança do PT, após ter o currículo aprovado.

O líder do PT na época, deputado Walter Pinheiro (BA), lembra-se de ter feito a entrevista com Erenice e afirma que ela foi chamada graças à sua experiência como advogada na administração pública. Com 13 anos de experiência na Eletronorte, passou a cuidar dos projetos de infra-estrutura na Câmara. Em 2002, foi escalada pela liderança do PT para trabalhar na transição de governo, exatamente na área coordenada por Dilma, criando uma relação de confiança com a ministra.

Erenice já substituiu Dilma em eventos no Planalto

Em 2007, participou, como ministra interina, de dois eventos no Planalto comandados por Lula: do lançamento da Política Nacional do Desenvolvimento Regional, em 22 de fevereiro e, em novembro, da cerimônia de anúncio do Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional. O presidente Lula até se dirigiu a ela — que estava na primeira fila, ao lado do ministro da Justiça, Tarso Genro — em seu discurso.

— Por isso, nós adotamos agora uma coisa chamada “toyotismo” (sistema de gestão), não é, Erenice? Ou seja, tentar tomar as decisões, colocando todas as pessoas envolvidas naquele assunto, para que a decisão seja tomada numa mesa, com todo mundo dizendo sim ou não — disse Lula, naquele dia.

Fonte: http://www.eletrosul.gov.br/gdi/gdi/index.php?pg=cl_abre&cd=gjoZbd10BXcgg

Mais uma “socialista do PT” (que é um tipo de socialista diferente dos socialistas, pois os “socialistas do PT” são incrivelmente bem remunerados pelo capitalismo) mamando nas tetas dos otários contribuintes – mesmo aqueles que não elegeram os incomPTentes…….

Senado

Tenho me divertido IMENSAMENTE vendo a cambada do PT (especialmente a Mulla-mor) defendendo o Sarney.

O tempo é o senhor da razão………

A defesa do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), terça-feira, foi um dos momentos mais constrangedores testemunhados por este veterano repórter político, habituado ao cinismo dos políticos por dever de ofício. Por mais distanciamento que o profissional da comunicação seja obrigado a ter das fontes com que se relaciona, seria um excesso de insensibilidade não sentir vergonha ao acompanhar um ancião com um currículo que inclui uma passagem pela presidência da República e duas pelo comando do Senado Federal reunir argumentos pueris e insustentáveis, com voz trêmula e gaguejante, como um colegial despreparado respondendo na prova oral a uma questão sobre tema que não estudou.


O orador atropelou os cânones do comportamento esperado de um senador, palavra portuguesa oriunda do termo latino senior, o mais velho, não no sentido do mais longevo, mas, sim, do mais experiente, do mais vivido, do mais capacitado, em suma. Os antigos romanos se deixavam governar por esses conceitos e, é claro, desde então a definição etimológica sucumbiu aos pecados, vícios e defeitos comuns no gênero humano. Isso explica, mas não justifica, a postura – entre tatibitate e pernóstica – adotada pelo varão, ao se defender da tribuna perante seus pares.


Essa defesa de Sarney não pode ser definida como inconsistente, de vez que ela simplesmente inexistiu. Tendo ouvido em algum lugar que a melhor defesa é o ataque, ele preferiu cobrar de volta a ter de apresentar alguma evidência de sua inocência das acusações que lhe são feitas. Diante da impossibilidade de negar a conexão que obviamente tem com a nomeação do neto, substituído pela mãe deste, num emprego concedido de forma clandestina, entre outras coisas, ele optou por adotar o velho lema do autoritarismo coronelista sertanejo: “Vocês sabem com quem estão falando?” Ou melhor: “Vocês não sabem com quem estão falando”.


Como o menino traquinas, flagrado com as mãos cheias de penas, tentando negar ao pai que matou o passarinho, o velho senador pôs o dedo em riste no nariz de todos os brasileiros perplexos com a farra da cota de passagens, o abuso do auxílio moradia e, principalmente, os atos secretos configurando a existência de um Senado clandestino. E apelou para a própria sorte, como se ela pudesse eximi-lo dos erros que cometeu ou avalizou, ora denunciados. “É injusto cobrarem isso de um homem que fez tanto pelo País” – foi o ponto capital de sua fala. Não permitiu apartes. Evidentemente, nenhum de seus nobres pares teria coragem e discernimento para lhe perguntar o que teria feito de tão relevante e útil para o Brasil para se tornar merecedor da inimputabilidade, que não pode ser dada a cidadão nenhum. Mas a esperteza o impediu de correr esse risco.


Sem as obrigações regimentais nem sociais dos varões da República por ele presididos, venho cobrar aqui: “vá contando aí o que fez pelo País, senador Sarney”. Terá ele arriscado a vida pela pátria nas horas intermináveis do bate-papo cordial nos cafezinhos do parlamento? Consta de sua biografia a passagem pelas masmorras de uma ditadura por ter travado o bom combate da luta pela manifestação livre da cidadania? Terá ele doado sua fortuna pessoal a alguma instituição de benemerência ou mecenato reconhecidos? Sabe-se que Sua Excelência, filho de um modesto juiz de província, acumulou razoável pecúlio e frequentou com assiduidade invejável os banquetes servidos pelos maiorais da República nos regimes a que serviu: a ditadura militar, cujos conceitos representou na condição de presidente do partido serviçal; a Nova República, na qual herdou o poder maior por uma peça pregada pelo destino à Nação, que esperava ver no lugar o titular da esperança, e não seu reserva e beneficiário; e agora a república petista, da qual é insigne servidor, como patrono de causas indefensáveis e paraninfo do gozo pelo gozo do poder.


Não tivesse a sorte, que sempre o bafejou na carreira política, produzido, além da glória, a cegueira para tudo o que não diga respeito a si próprio, a seus parentes, amigos, afilhados e apaniguados, o poeta, romancista e tribuno José Sarney poderia ter dado destino mais digno a sua peroração. Idoso, tendo cruzado o Cabo da Boa Esperança, poderia verbalizá-la, atirando-se temerariamente à luta pela reconstrução das instituições democráticas, desafiadas pela popularidade e pelo despreparo daquele que hoje comanda o seu e os nossos destinos. Teria, com isso, o velho timoneiro, auferido mérito, não para cobrar da Nação seus préstimos de homem público, que são dever e não prerrogativa, mas, sim, para dar a guinada espetacular capaz de salvar sua biografia do naufrágio que a espera, sob a areia movediça e ondas de lama em que o Poder Legislativo, do qual é dignitário, se afunda.


O orador desta terça-feira no Senado, recebido pelos colegas com um silêncio sepulcral, é uma assombração perdida num casarão colonial brasileiro. Mas uma assombração insepulta: no Brasil do “quem cala consente”, seu silêncio cúmplice lhe concede fama, prestígio e poder.

José Nêumanne Pinto

© Diário do Comércio, de São Paulo, sexta-feira 19 de junho 2009, página 6 do primeiro caderno (Política)

Proibido estudar

A notícia é da Folha de São Paulo de ontem:

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que proíbe alunos de fazer, ao mesmo tempo, dois cursos de graduação em faculdades públicas diferentes ou de fazer dois cursos na mesma instituição. A redação final do projeto foi aprovada ontem. Ele segue para o Senado e, se aprovado, para sanção do presidente da República. A restrição não vale para alunos que já estão matriculados em dois cursos.
A ideia por trás do projeto é que há poucas vagas no ensino público superior e seria injusto que um mesmo aluno ocupasse duas vagas. “Tem gente que, além de ter o privilégio de estar na universidade pública, toma conta de duas vagas”, diz o autor da proposta, deputado Maurício Rands (PT-PE).
Segundo o texto, ao constatar que o aluno está matriculado em outra faculdade pública, a instituição deve dar cinco dias para que ele escolha em qual dos cursos quer ficar. Se não se manifestar, a matrícula mais antiga será cancelada. Se a duplicidade for detectada na mesma instituição e o aluno não se posicionar, é a mais recente que deve ser cancelada.

Claro que não me surpreende que uma proposta ridícula como esta venha de um deputado do PT.

Aliás, é a coisa mais natural do mundo.

Essa corja nunca foi favorável à meritocracia, preferindo sempre alocar os “cumpanheiros amigos” nas tetas do governo.

O IMBECIL que propôs esta IMBECILIDADE ainda tem a IMBECILIDADE de fazer uma declaração como “Tem gente que, além de ter o privilégio de estar na universidade pública, toma conta de duas vagas”.

Não, deputado IMBECIL: não se trata de privilégio, mas de MÉRITO.

A corja de boçais do PT sempre prefere o privilégio, mas tem ojeriza ao mérito.

Batom do PAC: ridículo

A Mulla falando besteira não é novidade alguma – muito pelo contrário.

Mas ultimamente, o imbecil tem se superado – como aponta Elio Gaspari:

O PROCESSADOR de Lula está sobrecarregado. Têm sido frequentes os seus momentos de impaciência e mau humor na rotina do palácio. Obrigado a trocar o triunfalismo do pré-sal e da “marolinha” pelas dificuldades da crise econômica, Nosso Guia está sem agenda.
Há um indicador seguro para medir o aquecimento da placa de Lula. Sem assunto, ele retoma o discurso do nós-contra-eles e vai-se embora pra Pasárgada, onde “a existência é uma aventura”.
Durante seu discurso para cerca de 4.000 prefeitos reunidos em Brasília, Nosso Guia ofendeu a inteligência alheia duas vezes. Na primeira fez uma piada à la Maria Antonieta: “Nós cortaremos o batom da dona Dilma, o meu corte de unhas, mas não cortaremos nenhuma obra do PAC”. Lula estava num evento onde estima-se que o governo gastou R$ 240 mil.
Uma manicure de Lula contou que cortava suas unhas duas vezes por mês. Estimando-se que deixe boas gorjetas, Nosso Guia queima R$ 1.000 anuais nesse conforto. Se dona Dilma usar um batom caro (Sisley), gastará, no exagero, outros R$ 1.000. Portanto, só para custear o convescote dos prefeitos, Lula e Dilma precisariam cortar 120 anos de bem-estar.
A vinheta foi apenas uma tirada boba, mas o segundo atentado foi malévolo e enfático. Dirigindo-se ao prefeito Gilberto Kassab, de São Paulo, disse o seguinte: “Você vai cair da cadeira. Você não sabe e eu não sabia, mas no Estado de São Paulo nós ainda temos 10% de analfabetos no Brasil”.
A taxa de analfabetismo em São Paulo está em 4,6%, metade do índice nacional. Lula viajou na planilha. São Paulo abriga 10% dos analfabetos do país, o que, pelo tamanho do Estado, não chega a ser motivo para cair da cadeira. (São Paulo tem 36% da frota nacional de veículos.)
Essa foi a quarta vez que o governo de Lula atropelou a boa norma para criticar a rede de ensino paulista. Ela não é uma esquadra inglesa, mas o governo insiste nos golpes baixos. Já divulgou indicadores misturando metodologias, embaralhou notas da Prova Brasil e apresentou listas de desempenho contaminadas por dados errados. Em duas ocasiões as lorotas coincidiram com as campanhas eleitorais.
Um companheiro dizendo tolices não é um grande problema. Um presidente capaz de fazer campanha dizendo não importa o quê, indica que 2010 será um ano feroz.

Depois de ter canalizado algumas centenas de milhares de dólares num encarte da revista “Foreign Affairs”, enfeitando-o com publicidade da Petrobras, do BNDES e da Embratur, o comissariado de informações do governo prepara um novo incentivo ao mercado editorial americano. Planeja-se um festim bananeiro para acompanhar a visita de Nosso Guia a Nova York, em março.
Gastar dinheiro com publicidade em veículos sérios na busca de simpatia é uma variante do costume de jogá-lo pela janela.
O Planalto dispõe de R$ 15 milhões para promover a imagem do governo no exterior. Os arquivos do palácio informam: todas as iniciativas anteriores serviram para fazer a alegria de alguns bem-aventurados, e mais nada.
Um governo que tentou expulsar do país o correspondente do “New York Times” mostra que trocou a linha das bravatas gratuitas pela das besteiras remuneradas.

Mas não para aí – a coluna da Danuza Leão da Folha do último domingo garantiu-me boas gargalhadas:

CHEGAR de férias é sempre um choque; já no táxi, quando você vê no jornal fotos de Sarney e Michel Temer, teme pela sua sanidade mental. Mas será que é isso mesmo? De novo? Não, não pode ser. Enquanto na França a cada dia o presidente Sarkozy fala na TV sobre mudanças -um dia na educação, no outro na saúde, no seguinte nas aposentadorias-, aqui são só escândalos, e até um castelo -e que castelo!- apareceu.
Lula está com um humor de cão, e Dilma anda tão feliz que não para de rir, coisa de quem arranjou um namorado; no lugar de mãe do PAC, merece ser Miss PT (e deveria divulgar o nome do médico que a operou, tão bom foi o resultado).

Mentiras da rainha do botox desmentidas

Isso é ÓTIMO, e acontecesse com maior freqüência no Brasil, ajudaria sobremaneira na limpeza de corruPTos e incomPTentes: o site do Metrô publicou, hoje, uma nota que refuta as propostas amalucadas de Dona MarTAXA Suplício para os transportes em SP.

A Folha Online noticiou (aqui):

A Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo recorreu nesta sexta-feira ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra decisão do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo que considerou regular uma nota técnica publicada no site do Metrô contra a candidata Marta Suplicy (PT).

A ação foi apresentada por Marta para que o site do Metrô fosse proibido de divulgar a nota por seu caráter de propaganda eleitoral negativa. A Justiça Eleitoral em primeira instância julgou a ação improcedente. O TRE-SP manteve a decisão, apesar do parecer da Procuradoria favorável à ação.

A Procuradoria recorreu ao TSE por entender que a decisão do TRE-SP contraria a resolução 22.718, que limita a propaganda eleitoral na internet somente no site do candidato ou do partido. “No caso a contrariedade é evidente, pois o site do Metrô comenta de forma manifestamente depreciativa, numa análise técnica, os projetos da candidata para o metrô de São Paulo”, diz a Procuradoria por meio de nota.

A nota, na íntegra, está aqui. Conhecendo a PTralhada, tomo a liberdade de reproduzi-la integralmente, antes que saia do ar por razões pouco lícitas:

A proposta da candidata Marta Suplicy para o transporte metroviário da cidade de São Paulo é totalmente incompatível com os fundamentos técnicos que orientam o planejamento do transporte público metropolitano. As novas linhas que a candidata imagina fazer sobrepõem-se a linhas que já estão sendo construídas ou são inadequadas e ocasionariam distúrbios na operação do Metrô.

A proposta ignora itens básicos que determinam a construção de linhas de metrô em todo o mundo, como interconexões com outras linhas, demanda de passageiros e origem e destino preferencial das pessoas. Um projeto de ampliação do Metrô de São Paulo não pode se resumir, como quer a candidata, a acréscimos de segmentos às linhas atuais, definidos sem o necessário suporte técnico.

Outra inconsistência da proposta é o seu financiamento*. Valores, prazos e fontes de financiamento apresentados não fecham, são contraditórios e irreais. De concreto, a candidata propõe que a Prefeitura invista R$ 490 milhões por ano, o que significa, para um mandato de 4 anos, R$ 1,9 bilhão, o que representa 10% do investimento que está sendo feito pelo Governo do Estado, através do Plano de Expansão.

Para apresentar um projeto de ampliação das atuais linhas do Metrô é necessário, de antemão, conhecer o que já está sendo executado pelo Plano de Expansão do Transporte Metropolitano do Governo do Estado, iniciado em 2007, no valor de R$ 19 bilhões, o maior investimento já feito no setor. O Plano de Expansão foi concebido de forma a tornar o sistema, como um todo, mais eficiente, quadruplicando a extensão – dos atuais 61,3 km para 240 km – de linhas com qualidade de metrô, aumentando, até 2010, em 55% o número de passageiros transportados sobre trilhos e reduzindo em 25% o tempo de viagem.

*Em alguns documentos, a candidata propõe investir R$ 11,8 bilhões e, de maneira confusa, apresenta dois prazos para isso: de 2009 a 2012 e de 2009 a 2014. Por ano, ela declara que irá investir R$ 1,9 bilhão. As fontes citadas desse investimento são: Prefeitura R$ 490 milhões Governo Federal R$ 490 milhões Governo do Estado R$ 980 milhões. Para o Governo do Estado realizar esse aporte, precisaria retirar praticamente R$ 1 bilhão anual do Plano de Expansão, o que é inaceitável, pois implicaria paralisar obras que já estão sendo executadas para investir em um projeto que não faz sentido.

O Plano de Expansão está fundamentado em estudos feitos, ao longo de anos, para uma rede metroferroviária que se expande, de maneira coerente, até 2025, capaz de assegurar atendimento à demanda de forma equilibrada. Além disso, preserva as funções de cada meio de transporte, seja ônibus, trem metropolitano ou metrô, de forma a evitar a sobreposição de atendimento, procurando utilizar, de maneira racional, os recursos públicos.

Trechos propostos pela candidata, que conflitam com o Plano de Expansão ou que já estão sendo executados:

(As obras a seguir relacionadas estão sendo feitas com recursos do Governo do Estado de São Paulo, com exceção das obras do trecho da Linha 5-Lilás e da Linha 6-Laranja, para as quais o Metrô conta, pela primeira vez em 30 anos, com recursos da Prefeitura Municipal).

Proposta da candidata: Linha 4-Amarela até Vila Maria: Trata-se de um equívoco, uma vez que o atendimento à população da região de Vila Maria será feito por linha específica, a Linha 15-Vila Maria-Campo Belo, que passará pelo centro da cidade e pela av. Brigadeiro Luiz Antônio. A definição desse itinerário levou em conta a demanda preferencial da região de Vila Maria, levantada pela pesquisa Origem e Destino.

Proposta da candidata: Linha 5-Lilás até Santa Cruz: A candidata propõe uma obra que já está iniciada e tem recursos alocados pelo Governo do Estado e que, acima disso, irá além de Santa Cruz. Além disso, a mera extensão da Linha 5-Lilás até Santa Cruz acarretaria graves problemas de superlotação na estação e em toda a linha. A rede proposta não leva em consideração outros projetos da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, como o do Metrô Leve, que irá atender o Aeroporto de Congonhas e deverá estar pronto em 2010, ou o do Trem de Guarulhos, que também entrará em operação em 2010, e o do Expresso Aeroporto que deverá estar pronto a partir de 2011.
A primeira fase do Metrô Leve liga o aeroporto de Congonhas à estação São Judas, na Linha 1-Azul. Sua extensão, numa segunda etapa, se dará ao longo da av. Jornalista Roberto Marinho, com integração na Linha 5-Lilás, seguindo até a região da av. Luiz Carlos Berrini, onde se conecta com a Linha 9-Esmeralda da CPTM.

Proposta da candidata: Linha 3 até Freguesia do Ó: A extensão da Linha 3-Vermelha revela desconhecimento dos procedimentos operacionais na atual rede metroviária, pois propõe algo que pode sobrecarregar ainda mais essa linha. Para atender à região da Freguesia do Ó e Cachoeirinha, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos está preparando a contratação do projeto de engenharia da Linha 6-Laranja, que ligará a Freguesia do Ó à estação São Joaquim, na Linha 1-Azul, cujo início das obras está previsto para 2010.

Proposta da candidata: Linha 2 até Cerro-Corá e Sapopemba: Novamente, a candidata demonstra total desconhecimento do Plano de Expansão, uma vez que a Linha 2 até Cerro-Corá já está no programa de expansão do Metrô.  A  região de Sapopemba será atendida pelo ramal Vila Prudente-Oratório, que se integra à Linha 2-Verde, cujo projeto executivo deverá ser elaborado em 2009.

Proposta da candidata: Linha 6, de Cachoeirinha a Conceição: Com o traçado proposto pela candidata para chegar ao centro da cidade (destino da maioria dos passageiros da região, conforme levantado pela pesquisa Origem e Destino), a população da Vila Nova Cachoeirinha teria de fazer viagem negativa passando por Pinheiros. Para atender à população da região, a Linha 6-Laranja contará com a  estação João Paulo, na Vila Nova Cachoeirinha.  Pinheiros e região serão atendidos pela linha 4-Amarela (Luz-Vila Sônia), que está em construção e terá a primeira fase operando entre Luz e Butantã em 2010.

Proposta da candidata: Linha 7, de Vila Maria a Vila Prudente: Essa linha não faz sentido, uma vez que a ligação Vila Maria-Vila Prudente será atendida pela Linha 15 (Vila Maria-Campo Belo), com integração na Linha 2, que está sendo ampliada até a Vila Prudente e, posteriormente, será estendida até a avenida Tiquatira, na Penha, passando pelos bairros de Água Rasa e Vila Formosa.  De Alto do Ipiranga até Vila Prudente, as obras seguem rapidamente. A extensão até a Avenida Tiquatira, onde haverá a conexão com a CPTM, encontra-se com o projeto funcional em fase de conclusão e os estudos geotécnicos para a elaboração do projeto básico em fase de contratação.

Achei bastante didática. Pena que 99,99% de quem pretende votar na MarTAXA não lerão isso, tampouco saberão a verdade.

Se bem que…..muitos nem sabem ler, ou então não entendem o que lêem……