Superávit Petista

Uma intrigante matéria da Folha de São Paulo desta semana (aqui, na íntegra) me fez lembrar dos inúmeros discursos do Lulla e do PT sobre o superávit do setor público no Brasil – especialmente na época em que o Lulla disputava a Presidência.

O PT sempre criticou o superávit, afirmando que a preocupação excessiva com esta questão acabava retirando um montante de recursos financeiros que poderiam ser investidos em outras áreas – especialmente a “área social”. Era aquela época em que o PT queimava bandeira dos EUA defronte ao Consulado, criticava o “imperialismo”, defendia o MST e as invasões de terra etc.

Fico imaginando qual a sensação de um PTista que filiou-se ao partido há uns 20 anos quando vê o gráfico abaixo:

Evolução do superávit primário brasileiro

O gráfico mostra, de maneira clara, que o PT realmente jogou fora suas “bandeiras históricas”: basta ver o crescimento acelerado do superávit primário do setor público desde 2003, quando Lulla assumiu seu reinadinho. Os dados são do Banco Central – aquele órgão, cabe relembrar, presidido por um tucano que foi diretor de um banco que o PT costumava criticar duramente, em especial o aloprado Aloízio Mercadante. O valor referente a 2008 indica o montante contabilizado até o mês de fevereiro/2008.

O que não deixa margem de dúvidas: os “quadros históricos do PT” fugiram ou converteram-se ao neoliberalismo que o PT imputava ao PSDB e ao FHC em particular.

E depois tem gente inescrupulosa (ou ignorante) que afirma haver uma “enorme” diferença entre as práticas do PT e do PSDB……… Uma matilha de boçais mal-intencionados….

Gente como Paulo Henrique Amorim, com toda aquela credibilidade que lhe é peculiar……. Aliás, em complemento ao post anterior, que tratava justamente dessa criatura repulsiva, eis algumas leituras que são diversão pura: aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Mas isso não é tudo:

A perspectiva de alta na taxa básica dos juros já afeta as projeções fiscais do Banco Central para este ano. Agora, a expectativa oficial é de um déficit nominal do setor público de 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB), acima do 1,2% do PIB previsto pelo BC em fevereiro. Os gastos com juros da dívida foram reestimados de um percentual de 5% do PIB para 5,4% do PIB.
Estatísticas fiscais divulgadas ontem pelo BC mostram que o superávit primário do setor público acumulado em 12 meses subiu de 4,14% do PIB para 4,18% do PIB entre janeiro e fevereiro. O bom resultado primário, contudo, não impediu que a dívida líquida do setor público aumentasse, passando de 41,9% do PIB para 42,2% do PIB entre um mês e outro.
O governo federal encerrou o período de 12 meses até fevereiro com um superávit de R$ 2,52% do PIB, resultado superior aos 2,49% acumulados até janeiro. O desempenho fiscal também melhorou nos Estados, com o superávit consolidado dos governos estaduais subindo de 1,0% do PIB até janeiro para 1,03% do PIB na comparação até fevereiro.
Todas as projeções do BC tomam como pressuposto o cumprimento da meta de superávit primário do setor público de 3,8% do PIB. Ou seja, que o superávit primário nos 12 meses encerrados em fevereiro, de 4,18%, seja reduzido ao longo do ano.
Em fevereiro, o superávit primário do setor público foi de R$ 8,966 bilhões, 34% maior do que o observado no mesmo mês de 2007. O governo federal, o BC e o INSS registraram um resultado positivo de R$ 4,088 bilhões (alta de 54% em relação a fevereiro de 2007). “O resultado é puxado sobretudo pelo aumento da arrecadação e, em menor escala, pela demora em aprovar o orçamento deste ano”, afirma Lopes.
Os governos estaduais apresentaram um resultado positivo de R$ 3,246 bilhões em fevereiro, alta de alta de 44% em relação ao mesmo mês de 2007. “Os dados sobre a arrecadação do ICMS mostram um forte crescimento no início deste ano”, afirma Lopes. Caiu o superávit das estatais federais, de R$ 888 milhões para R$ 542 milhões, entre fevereiro de 2007 e de 2008. O resultado das estatais, explica Lopes, não apresentam um padrão sazonal, oscilando bastante entre um mês e outro.
O aumento do superávit primário de fevereiro não se traduziu, porém, na redução do resultado nominal – ele passou de 2,01% do PIB para 2,07% do PIB, na comparação entre os 12 meses encerrados em janeiro e em fevereiro. O déficit nominal subiu em virtude da expansão do gastos com juros da dívida, que passou de 6,15% para 6,25%, na mesma base de comparação.
Em fevereiro, a despesa com juros foi de R$ 15,444 bilhões, alta de 40% em relação ao mesmo mês de 2007. O incremento da despesa com juros se deve, em parte, a uma perda de R$ 2,9 bilhões que o BC sofreu no mês em operações de “swap”.
A dívida líquida subiu de 41,9% do PIB para 42,2% do PIB entre janeiro e fevereiro em virtude da apreciação cambial de 4,38% em fevereiro, que reduziu o valor em reais dos créditos do governo em dólar. A expectativa do BC é que, em março, a dívida líquida recue para 41,7% do PIB, em virtude da depreciação de 2,9% no câmbio observada até a manhã de ontem, quando o dólar estava cotado em R$ 1,74.

A matéria é longa, por isso editei. A íntegra está no ValorEconômico, aqui.

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Socialismo capitalista

E não é que na prática o PT inventou o “socialismo capitalista” ?!

Afinal, essa organização criminosa, essa agremiação de pelegos e mentecaPTos sempre pregou o “Socialismo Petista” – mas, na prática, está mais do que inserido no Capitalismo.

Não é uma reclamação – afinal, se Rei Mulla tivesse cumprido 0,5% de suas promessas históricas, se tivesse tentado fazer o que o PT sempre falou, já estaríamos todos, sem exceção, falidos.

Trata-se, pois, de uma constatação.

Que não venham depois esses acéfalos cretinos dizerem que há diferenças sólidas entre Lulla e FHC; que o PT implantou um programa de governo mais voltado ao social, mais justo. TUDO BOBAGEM.

Lulla chamou um tucano para presidir o Banco Central, e colocou nos postos-chave da Economia pessoas que não teriam problemas em seguir à risca a mesma política de FHC.

Senão, vejamos: ao ler a nota do Banco Central sobre a política fiscal (na íntegra, aqui) divulgada ontem, qualquer pessoa com pelo menos 2 neurônios funcionando acharia que trata-se do governo FHC – o qual, segundo os PTralhas, “vendeu-se aos interesses capitalistas e imperialistas” (aquele discurso embolorado, caduco e obsoleto do esquerdismo hipócrita e histérico da década de 1960/1970). Alguns trechos:

O superávit primário do setor público não financeiro alcançou R$18,7 bilhões em janeiro, o melhor resultado para o mês desde o início da série, em 1991. Por segmentos, registraram superávits o Governo Central, de R$16,7 bilhões, e os governos regionais, de R$3,5 bilhões. As empresas estatais, por outro lado, registraram déficit de R$1,5 bilhão.

Nos últimos doze meses até janeiro, o superávit acumulado atingiu R$106,8 bilhões (4,15% do PIB), elevando-se em 0,17 p.p. do PIB em relação ao valor registrado em dezembro de 2007, devido, basicamente, ao desempenho registrado no âmbito do Governo Central.

Os juros nominais, apropriados pelo critério de competência, totalizaram R$13,1 bilhões em janeiro, comparativamente a R$12,2 bilhões em dezembro. O maior número de dias úteis em janeiro e o efeito da apreciação cambial sobre os ativos atrelados ao dólar contribuíram para a elevação dos juros totais apropriados no mês.

No acumulado em doze meses até janeiro, os juros nominais alcançaram R$158,7 bilhões (6,17% do PIB), comparativamente a R$159,5 bilhões (6,25% do PIB) em dezembro, mantendo-se a trajetória de queda registrada nos meses anteriores.

O resultado nominal, que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados, alcançou superávit de R$5,5 bilhões em janeiro. No acumulado em doze meses, o resultado nominal foi deficitário em 2,02% do PIB, o menor déficit nessa base de comparação desde o início da série, em 1991. Essa queda foi influenciada tanto pela elevação do superávit primário quanto pela menor incorporação de juros.

Portanto, aos trogloditas pseudo-intelectuais do PT que tentam convencer aos incautos de que há enormes diferenças entre FHC e Lulla, fica a pergunta: cadê as diferenças ?

Já tratei deste ponto anteriormente (aqui), mas infelizmente a realidade mostra que os PTralhas apenas usam de uma retórica falsa, ignóbil e mentirosa para tentar convencer de que existem tais diferenças….. Elas não existem !

Ainda segundo dados do próprio Banco Central (aqui),

A taxa média de juros relativa às operações de crédito referencial situou-se em 37,3%, registrando aumento mensal de 3,5 p.p. e queda de 2,6 p.p. em doze meses. No mesmo sentido, o spread bancário apresentou expansão de 3,4 p.p. no mês, atingindo 25,7 p.p., com decréscimo de 1,7 p.p. em comparação a janeiro de 2007.

Nesse contexto, o custo médio dos empréstimos destinados a pessoas físicas alcançou 48,8%, com elevação de 4,9 p.p. no mês. Nas modalidades de crédito pessoal e cheque especial verificaram-se aumentos de 7,3 p.p. e 6,9 p.p., enquanto que os financiamentos para aquisição de veículos tiveram seu custo elevado em 2,4 p.p. A taxa média para pessoas jurídicas registrou alta de 1,8 p.p. no mês, atingindo 24,7%, resultado decorrente, em grande parte, do incremento de 2,6 p.p. no custo das operações pactuadas com encargos prefixados.

Os PTralhas não adoram espalhar pela internet notícias falsas sobre a questão dos juros ?! Eles adoram dizer que os juros eram astronômicos durante o mandato FHC, e que caíram vertiginosamente com Lulla. Então essa é uma notícia auspiciosa:

Os juros cobrados nos empréstimos bancários tiveram, em janeiro, a maior alta em quase sete anos.Segundo levantamento feito pelo Banco Central, a taxa média dos financiamentos chegou a 37,3% ao ano, aumento de 3,5 pontos percentuais em relação a dezembro.
Desde julho de 2001 o custo do crédito não subia nessa velocidade de um mês para outro.
A alta foi mais forte nos financiamentos para pessoas físicas. Nesse segmento, a taxa média passou de 43,9% ao ano para 48,8%.No crédito pessoal, uma das modalidades de empréstimo mais populares, os juros subiram de 59,1% ao ano para 67,3%.

Mesmo nos empréstimos com desconto em folha de pagamento, que costumam ser a opção mais barata de financiamento para pessoas físicas, os juros subiram: passaram de 28,1% ao ano para 29,3%.
O chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, credita esse movimento ao aumento nas alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) das instituições financeiras, o que teria pressionado o custo dos empréstimos.
O aumento nos tributos fez parte de conjunto de medidas adotadas pelo governo no mês passado para compensar o fim da CPMF.

O texto é da Folha de São Paulo de 27/02/2008 (na íntegra, aqui), mas os dados são do Banco Central (aquele presidido por um tucano).

Complementarmente, cabe registrar: quando algum PTralha mal-intencionado (com o perdão do pleonasmo) falar sobre a dívida pública, é preciso indicar-lhes este texto aqui:

O BC adotou em janeiro nova metodologia para o cálculo da chamada dívida bruta do governo geral. A dívida bruta é um dos principais indicadores fiscais acompanhados pelas agências internacionais de classificação de risco. A partir de agora, a dívida bruta deixa de incluir os títulos públicos emitidos pelo Tesouro que estão na carteira do BC. O critério só fazia sentido, explicou Lopes, quando o BC emitia títulos para fazer política monetária – o que foi proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). De outro lado, a dívida bruta passa a incluir as operações compromissadas do governo.
A mudança, segundo o BC, foi para aproximar as estatísticas da dívida bruta dos conceitos usados nos demais indicadores fiscais.
Em termos práticos, a nova metodologia fez com que a dívida bruta fechasse em 58,2% do PIB em janeiro, enquanto que na metodologia antiga esse percentual seria de 62,1% do PIB.

Os PTralhas que ganham o “Bolsa-web” para espalhar mentiras travestidas de notícias (como o asqueroso Paulo Henrique Amorim, por exemplo, além de outros menos letrados, como a Lillith) precisariam, então, deixar claro qual a metodologia que usaram para chegar nos números que usam quando escrevem suas mentiras burras……

Como se não bastasse, esse pessoal que fez escândalo por conta do fim da cobrança da CPMF agora deve estar andando com um saco de papel na cabeça (pessoalmente, gostaria que fosse de plástico, para asfixiá-los rapidamente), para esconder a vergonha:

No primeiro mês sem a cobrança da extinta CPMF, a arrecadação do governo federal aumentou em níveis muito superiores aos da inflação e do crescimento da economia.
Recorde para um mês de janeiro, a receita foi de R$ 62,6 bilhões, uma expansão de 20% acima da inflação em relação ao mesmo período do ano passado -ou de 18,3%, se descontada a arrecadação residual da extinta contribuição sobre movimentação financeira.
Em valores absolutos, o caixa do governo foi reforçado, num único mês, em R$ 9,6 bilhões, excluindo da conta os R$ 875 milhões em recolhimentos remanescentes da CPMF. É praticamente toda a arrecadação adicional estimada pelo governo para todo o ano com a melhora da economia. A perda estimada com o fim da CPMF é de R$ 39,3 bilhões no ano.

Para maiores detalhes sobre isso, veja aqui. Outras leituras, para deixar os PTralhas se roendo de raiva, estão aqui, aqui e aqui.

Este é o “Socialismo Capitalista” inventado pelo PT.
É socialismo na propaganda política e nas tentativas de enganar os mais tapadinhos para que eles continuem elegendo essa cambada.
Mas é capitalismo quando se trata de encher os cofres do PT com recursos que dependem de bons resultados financeiros do governo…..

Superávit, déficit e exportações

Ao abrir a página inicial do portal UOL, duas notícias me chamaram a atenção. Ambas podem ajudar a complementar um post anterior, que tratava de alguns aspectos auspiciosos da atual situação do Brasil (aqui).

A primeira notícia trata do superávit primário do Brasil (na íntegra, aqui). Destaco alguns trechos:

A economia do país para o pagamento de juros (o chamado superávit primário) somou R$ 101,606 bilhões em 2007. Segundo o Banco Central, é o maior valor já registrado desde 1991, quando o levantamento começou a ser feito. O montante superou a meta, que era de R$ 95,9 bilhões, e correspondeu a 3,98% do PIB (Produto Interno Bruto).
Em dezembro, os gastos públicos superaram a arrecadação, de modo que houve um déficit de R$ 11,78 bilhões, o maior já registrado pelo BC. O número é 82,6% maior que os R$ 6,453 bilhões registrados em dezembro de 2006.
O superávit primário tem um lado positivo, que é economizar dinheiro para pagar as dívidas, mas também tem um aspecto ruim: os governos tendem a investir menos e a elevar a carga tributária.
Apesar de o esforço para pagar os juros em 2007 ter sido o maior já registrado, não foi suficiente para fazer a dívida pública líquida cair. Ela aumentou de R$ 1,067 trilhão em dezembro de 2006 para R$ 1,150 trilhão no mesmo mês do ano passado. Isso ocorre porque ainda há o chamado déficit nominal, ou seja, o dinheiro economizado não foi suficiente para pagar a totalidade dos juros, que somaram R$ 159,5 bilhões. Assim, as contas públicas fecharam o ano com um resultado nominal negativo de R$ 57,926 bilhões, equivalente a 2,27% do Produto Interno Bruto.

Fica claro, portanto, que não há tanta diferença entre os erros cometidos no mandato FHC e os erros cometidos atualmente, no mandato de Rei Mulla. O que mais chama a atenção, aliás, é que o PT sempre criticou o tal do “superávit primário” – mas não apenas continua adotando como vem elevando o montante…..

Será que isso é “apenas” um indicativo da demagogia que o PT sempre adotou quando oposição ou indica também uma completa falta de propostas alternativas ?! Será que não existe no “quadro” do PT ninguém suficientemente competente para propôr caminhos diferentes daqueles já adotados por FHC – que, em muitos casos, seguem a receita clássica sugerida pelo FMI ?!

Além disso, em muitos aspectos a situação fica pior – como, por exemplo, para os pecuaristas brasileiros (na íntegra, aqui):

Nenhuma propriedade agrícola brasileira possui no momento autorização para fornecer bois para exportação de carne à União Européia, o que deverá fazer com que as vendas sejam interrompidas a partir de 31 de janeiro, quando entram em vigor novas regras européias.
Como houve uma discordância entre os governos brasileiro e europeu sobre o número de fazendas liberadas para exportar à UE, nenhuma propriedade conseguiu autorização sob as novas regras, válidas a partir de quinta-feira, disse um integrante da Comissão Européia nesta quarta-feira.
Apenas cerca de 300 propriedades brasileiras, ou 3% das fazendas, deveriam receber permissões para exportar aos 27 países integrantes do bloco europeu, segundo interpretação do comissário de Saúde do bloco, Markos Kyprianou, mas o Brasil enviou uma lista com um número maior de unidades consideradas habilitadas (2.600).
As restrições impostas pela UE foram anunciadas depois de uma delegação européia ter encontrado, de acordo com o bloco, irregularidades no sistema sanitário e de rastreabilidade do Brasil, no ano passado. Além disso, as limitações seguem um forte lobby feito por fazendeiros do bloco, principalmente irlandeses, que afirmam estar sendo prejudicados pelas exportações brasileiras.
Para o analista Fabiano Tito Rosa, da Scot Consultoria, a posição da UE, “na prática, paralisa as exportações de carne in natura do Brasil para lá”, a partir de 31 de janeiro. As exportações de carne industrializadas estão fora das restrições, uma vez que o vírus da febre aftosa é eliminado no processo de industrialização.
Em 2007, o Brasil exportou 2,53 milhões de toneladas (equivalente carcaça) de carne bovina para todos os destinos, obtendo com essas vendas externas US$ 4,42 bilhões. Segundo a Abiec, entidade que representa os exportadores de carne bovina do Brasil, as exportações de carne bovina para a UE somaram 543,5 mil toneladas (21% do total), o equivalente a US$ 1,4 bilhão (32%). De acordo com o analista, os países integrantes do bloco europeu respondem pela maior parte da receita obtida com as exportações por pagarem um preço mais elevado pelo produto brasileiro.

Cabe lembrar que o Brasil já foi o maior exportador mundial de carne bovina – mas agora, com estas restrições, possivelmente perderá o posto……..

EMBRAER: 2 pesos e 2 medidas…

Interessante o vídeo abaixo:

Destaco que por volta de 04m:30s o então candidato à reeleição Lulla cita a Embraer como grande exemplo do suposto superávit comercial do Brasil com a China, devido à venda de jatos da Embraer ao país asiático…..

Só para lembrar: o PT e Lulla sempre criticaram a privatização. A Embraer é um dos exemplos do processo bem-sucedido de privatização que sofreu tantas críticas do PT, do MST, da CUT, e de outras organizações criminosas e semelhantes. Tratei do caso da Embraer aqui.

Então, só para deixar claro: a privatização é boa ou ruim ?

Ou será que isso é um conceito que muda conforme a necessidade do PT e do Lulla ?!

Finalmente, em homenagem aos dólares da cueca do PT: